Conferência, Oficinas e Salas Temáticas

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04/08/2018 - das 13:30 às 15:00

O trabalho que o bebê tem a realizar é nascer psiquicamente. No livro “ Virando Gente – a história do nascimento psíquico”, escrito em co-autoria, apresento a trajetória, do ponto de vista de um bebê, para desenvolver a consciência de si mesmo. Fundamentado numa Psicanálise do Sensível podemos identificar a construção de seu ego corporal. Trata-se de uma gestação psíquica. O método Pikler cria o ambiente necessário para que isso ocorra. Lembrando o livro do cineasta B. Martino “ As crianças da colina das rosas: Loczy, uma casa para crescer”, de 2001, fez muito sentido a sua afirmação de que, ao filmar o cotidiano das crianças nessa instituição de Budapeste, presenciou cenas da constituição do psiquismo. E comparou sua sensação com a que devem ter os astrofísicos ao chegarem por frações de segundo ao nascimento do Universo.


Ivanise Fontes – psicanalista, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7 – Denis Diderot , com pós-doutorado no Laboratório de Psicopatologia Fundamental do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP. Autora de La Mémoire Corporelle e Le Transfert (Presses Universitaires du Septentrion, França,1999) , A Memória Corporal e a Transferência (Via Lettera, Brasil, 2002), Psicanálise do Sensível – fundamentos e clínica (Idéias&Letras, 2010), co-autora de Virando Gente – a história do nascimento psíquico ( Ideias&Letras,2014) e A Descoberta

Apresentar um trabalho corporal baseado na Eutonia e no Feldenkrais que propõe uma reflexão sobre a estrutura óssea e uma prática corporal que permite ampliar a consciência do corpo do adulto e a percepção de sua inteireza no movimento, tão observável na criança pequena. Para essa oficina, recomendamos o uso de roupa confortavel


Mariana Huck é formadora do método Feldenkrais que, assim como a Eutonia, propõe um trabalho corporal muito interessante para o adulto, que promove uma consciência corporal interessante para o educador de crianças pequenas.

O relato de experiência tem como proposta apresentar as reflexões, intervenções e diálogos estabelecidos no percurso formativo com profissionais de um abrigo na Região Leste de São Paulo, a partir de aproximações com Abordagem Pikler, no que diz respeito a ética do cuidado e atenção pessoal em espaços que acolhem e educam.


Bete Godoy – Pós Graduada em “Fundamentos de uma Educação para o Pensar” pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduada em Pedagogia. Atuou como Coordenadora Pedagógica na Rede Municipal de Ensino de São Paulo. Professora no Ensino Fundamental I e Educação Infantil. Estudiosa e pesquisadora sobre infâncias, educação, currículo e formação de professores. No Tessituras- Centro de Formação e Pesquisa em Educação atua na formação de professores, educadores e gestores. Autora do livro: Pensando com Sofia-Editora Cortez. Membro da Comissão Gestora do Fórum Municipal de Educação infantil de São Paulo.

Nesta oficina compartilharemos as pesquisas de Emmi Pikler sobre a construção das posições na motricidade livre de bebês de 6 meses a 18 meses, usando como referência a documentação da Ateliê Carambola Escola de Infância que se inspira na abordagem Pikler.
Entendemos que educadoras de bebês precisam compreender sobre o respeito e o apoio indireto na atividade livre do bebê, espontânea, que é construída pela própria iniciativa, como também o respeito do ritmo individual do desenvolvimento motor.


Professora, Graduada em Pedagoga pela PUC – São Paulo com habilitação em Orientação e  Supervisão Escolar, Pós-Graduada em Artes -Especialista em Linguagens da Artecom foco no Desenho – formada pela USP.

Estudiosa da Infância e da Abordagem  Reggiana  na  Itália  desde 2007.

Participou de Grupos de Estudos em Reggio Emilia na Itália nos anos de 2009, 2012, 2015 e 2017 em cursos de aprofundamento com a Mestras Italianas. 

Participou de um Grupo de Estudo de 2013 a 2016 sobre Protoinfância no Instituto Contemporâneo em Porto Alegre sob a coordenação de Sylvia Nabinger e como Mestra Myrtha Chokler que é membro Diretor da Abordagem Pikler-­lóczy em Buenos Aires na Argentina.

Participou   do   Grupo   de   Estudos  com   Anna   Tardos   no Instituto   Pikler-lóczy   em Budapeste na Hungria em fev. de 2014, com estágios “in loco” e supervisão de Anna Tardos.

Foi  Professora  Universitária  nas  Faculdades  Integradas  Rio  Branco na  Pós graduação em Psicopedagogia.

Experiência como coordenadora pedagógica da Educação Infantil em escolas particulares de São Paulo. Assessora em escolas públicas e particulares no segmento da Educação Infantil com foco no currículo para a Infância, na formação dos professores, na prática pedagógica como objeto de reflexão e estudo permanentes.

A Documentação Pedagógica como forma de revelar as aprendizagens da criança em sua cultura de infância.

Fundadora da Escola de Infância Ateliê Carambola e do Ateliê Centro de Pesquisa e Documentação Pedagógica de 2014 até a presente data.

Este encontro temático tem como objetivo principal dar subsídios para a compreensão científica da organização dos espaços e, do uso do mobiliário utilizado no Instituto Pikler e em instituições brasileiras que se inspiram nesta abordagem.


Leila Oliveira Costa – Pedagoga e Mestre em Educação pela UNICAMP. Especialista em Educação de 0 a 3 anos pelo Instituto Singularidades. Formação em Terapia Sistêmica Familiar. Fez o curso introdutório dos princípios piklerianos no Instituto Pikler em Budapeste e o aprofundamento na abordagem Pikler pela Rede Nuestra America. Atua como formadora docentes e assessora há 10 anos.

Nosso objetivo é compartilhar o trabalho que estamos desenvolvendo nas Oficinas de motricidade livre e observação para bebês e seus respon sáveis. Pois, percebemos o quanto esse processo com a mediação de profissionais que ajudam a sensibilizar o olhar do adulto, é enriquecedor e transformador. Observando a criança em atividade com sua motricidade livre respeitada, é mais fácil evidenciar o que ela está fazendo, perceber suas iniciativas, investigações, tensões, preferências, etc e assim conseguimos que o adulto se aproxime de uma concepção de bebê potente, criativo capaz, com pensamentos e sentimentos próprios.


Flávia Gonçalves é pedagoga com 17 anos de experiência em sala de aula , mãe de Luna de 13 anos e Davi de 3 anos, especialista na Abordagem Pikler pela Associação Pikler-Lòczy França

Paula Nabinger, educadora física com 4 anos de formação em Protoinfância com Myrtha Chokler e especialista na Abordagem Pikler pelo Instituto Pikler-Lóczy Hungria, mãe do Emilio de 6 anos e Elisa de 1 ano. Ambas são membros da Rede Pikler Brasil.

05/08/2017 - das 14:30 às 16:15

Contribuições de um programa de acompanhamento baseado na abordagem pikleriana para a promoção da qualidade das interações educadora-bebê.

Marília R. Gabriel, Sylvia Nabinger, Cesar Augusto Piccini – RS


Quem são os bebês da creche?” Conceito, identidade e visibilidade a partir do Conceito, identidade e visibilidade a partir do atendimento às crianças de zero a dezoito meses nos municípios da baixada fluminense.

Glacione Ribeiro da Silva Arruda – RJ


Formação continuada dos profissionais que atuam com bebês e crianças pequenas em contextos coletivos: possibilidades e desafios.

Anita Viudes C. de Freitas e Maria Helena Pelizon – SP

A observação no âmbito da motricidade e do jogo livre como instrumento de investigação das competências dos bebês.

Crisley R. Mesquita, Renata M. Costa, Dalva Soares, Juliana Abule, Jéssica Eufrásio Lindsay Guimarães Uellner – RS


O coordenador pedagógico como formador na Abordagem Pikler

Sara Façanha Bessa e Fernanda Magalhães Leitão – CE


Formação de professores: Construindo um novo olhar para a educação de crianças pequenas /Como a organização dos espaços pode favorecer a autonomia das crianças.

Mariana Americano – SP


Cada criança é única: desafios do atendimento à pequena infância em espaços coletivos.

Bruna Molisani – RJ

Terra de Pequeninos: desafios de uma proposta de trabalho com inspiração pikleriana.

Paula Saretta – SP


Livro infantil “Pra todo lado”.
Inspirações piklerianas.

Wellington Domingos Pereira da Silva – SP


Desafios presentes na formação.

Patrícia Gimael – SP


Ser Bebê é Natural – aprendendo a observar e respeitar o desenvolvimento natural dos bebês em contato com a natureza.

Ana Carolina Thomé Pires – SP​

O brincar livre e sua importância para o desenvolvimento dos bebês.

Fernanda Magalhães Leitão e Francisca Gabriella Brito Tavares – CE


A Introdução da Abordagem Pikler em uma escola de Ed. Infantil: o Impacto da mudança no olhar das professoras em sua prática.

Sylvia Nabinger, Manuelita Dotti, Juliana Abulé, Karina Recktenvald, Taís Cesca e Rafael Kelleter – RS


Da casa à escola: Relato de um processo de construção de vínculo.

Livia Gois da Fonseca, Helena Feghali Marques e Larissa Amaro de Santana- RJ

O vínculo com a criança pequena e a promoção da autonomia na educação infantil sob a perspectiva da abordagem Pikler.

Tatiane Bombassaro, Ana Luísa Manzini B. de Castro – RS;
Alessandra C. de Sá T. Azevedo – MS


O momento da alimentação: as ideias de Emmi Pikler adaptadas a uma creche particular em Curitiba.

Ana Thereza Malucelli de Albuquerque – PR


Organização dos ambientes na abordagem pikleriana: possibilidades para atividade autônoma e o brincar livre.

Alessandra S. Pereira, Sara Façanha e Caroline Sousa Rocha – CE


O olhar do adulto para a criança em creches municipais do interior paulista.

Cinthia Magda Fernandes Ariosi – SP

Desenvolvimento lento ou diferente, um olhar pikleriano sobre deficiência.

Rafael Ferreira Kelleter – RS


Observação de posturas e movimentos do bebê na posição dorsal e sua correlação com o desenvolvimento da motricidade.

Nadja T. Azevedo – SP


A satisfação das necessidades de atividade dos bebês, nos momentos de higiene e alimentação,nas escolas de Educação Infantil.

Karina Recktenvald – RS


O cuidado profissional com empatia na primeira infância (caso de síndrome de Down).

Jeanne M.M. de C. Rodrigues – SP

Acolhimento institucional na Primeira Infância: possibilidades de intervenção inspiradas na Abordagem Pikler.

Aline Pereira Diniz, Eliana Olinda Alves, Tatiana de Oliveira Moreira – RJ


De Lóczy a Belo Horizonte: a inspiradora experiência da Abordagem Pikler em um acolhimento para bebês em terras mineiras.

Liziane Vasconcelos Teixeira Lima – MG


O desenvolvimento de atividades de atenção pessoal em uma casa de acolhimento do Recife: uma análise sob a ótica pikleriana.

Maria Carolina Marques dos Santos – PE

Desenvolvimento: Wazo Comunicação